22 de Fevereiro de 2020
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Preço do material escolar varia até 300% em São Paulo; Procon recomenda pesquisa

A maior variação de uma loja para outra atingiu 333%: a mesma borracha branca é vendida por R$ 0,60 e a R$ 2,60

O Procon encontrou diferenças de mais de 300% no preço do material escolar. A pesquisa realizada pelo órgão de Proteção e Defesa do Consumidor oferece referências de valores cobrados em São Paulo nos itens básicos solicitados pelas instituições de ensino.

A maior variação de uma loja para outra atingiu 333%: a mesma borracha branca é vendida por R$ 0,60 e a R$ 2,60. Em números absolutos, o estojo de caneta hidrográfica com 12 cores custa de R$ 24,50 até R$ 59,90.

O diretor do Procon, Fernando Capez, recomenda aos pais muita atenção nas compras. "O consumidor, além de fazer a pesquisa, ele deve entrar no site do Procon onde tem uma média de preços que foi pesquisada pela instituição. Isso evitará aborrecimento.”

Os preços mais vantajosos ao consumidor foram localizados em lojas da zona norte da capital paulista.

Após a comparação de 126 produtos, contra base de 2019, o Procon apurou, em média, uma elevação de preços de 3,71%. Diante do Índice de Preços ao Consumidor de São Paulo, da FIPE, no mesmo período, a alta foi de 3,50%.

O Procon reforça que as escolas não podem exigir a aquisição de material escolar de uso coletivo, escritório, higiene ou limpeza, conforme uma lei de 2013 –; bem como a aquisição de produtos de marca específica.

Jovem Pan
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