29 de Março de 2020
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Administrador vira réu por morte de jovem tupãense em Marília

O Ministério Público do Estado denunciou o administrador Leonardo Cafer Júnior por homicídio qualificado na morte de Marcelle Brandina

O Ministério Público do Estado denunciou o administrador Leonardo Cafer Júnior por homicídio qualificado na morte de transexual Marcelle Brandina, assassinado no dia 10 de dezembro de 2019.

O juiz Décio Divanir Mazeto, da 3ª Vara Criminal de Marília, recebeu um aviso e mandou citar ou acusado. Leonardo é formalmente réu pelo crime e pode ser levado a juri popular.

Com uma acusação, ou MP apresentou um pedido de prisão preventiva de Leonardo, que foi preso horas depois do crime, depósitos, confessou o assassinato, mas conseguiu liberdade poucas vezes depois.

Na decisão em que abriu o processo, o juiz da 3ª Vara Criminal negou nova prisão com o argumento de que a libertação do acusado relatou parecer favorável do Ministério Público.

Determinar a citação de Leonardo e incluir o laudo da necropsia no laudo. Marcelle foi morto por asfixia no quarto de motel durante um encontro com o administrador.

Em seu depoimento, o acusado disse que o crime foi uma reação emocional ou uma tentativa de extorsão do transporte, quem acusou de exigir dinheiro para não divulgar o relacionamento dos dois.

Leonardo, casado e pai de duas filhas, é administrador formado em Marília com especializações e estava desempregado na época do crime.

O juiz abriu um prazo de dez dias após a citação de Leonardo que apresentou sua defesa prévia com a identificação de provas que indica e mostra a relação de testemunhas.


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