16 de Setembro de 2021
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Vacina ou confinamento

Roberto Kawasaki é economista pela FEA-USP, Professor dos cursos de Administração, Sistemas de Informação, Arquitetura e Urbanismo, Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Engenharia de Produção da FACCAT e articulista do Tupacity.

Assistindo jogos da Eurocopa de Futebol, NBA (Basquete dos EUA), MLB (Beisebol dos EUA), Sumô (Japão) com grandes públicos nas arquibancadas e assistir jogos do Corinthians e da Seleção Brasileira no Brasil, com assistências vazias, causam enormes tristezas. De um lado, a ausência de público torcedor e as imagens sem almas humanas provocam uma frieza além do inverno que enfrentamos nesta época. Por outro lado, os artistas esportivos sem seus vigorosos espíritos dos torcedores ausentes, parecem disputar as pelejas com mera obrigação de profissionais. Que contraste. E qual a explicação disso?

VACINAS. Sem dúvida alguma, que as populações que foram vacinadas contra o Coronavírus puderam exercer a cidadania de forma quase plena, inclusive ir aos centros esportivos e torcer pelas suas paixões esportivas. Entretanto, nós brasileiros, temos de esperar que a grande maioria da população esteja totalmente vacinada para que possamos almejar os mesmos privilégios de americanos e japoneses, dentre outros. Mais uma vez, o Brasil está atrasado em relação aos países mais desenvolvidos, contudo desta vez, se tivesse o Governo Bolsonaro adquirido em tempo hábil, a compra de vacinas que foram oferecidas no ano passado, poderíamos estar nas mesmas condições de populações do Japão e dos EUA. Aliás, quantas mortes teriam sido evitadas...

De fato, basta observar que com as vacinações em massa, as infecções, as internações e as mortes abruptamente diminuem drasticamente. Sempre foram assim, quando se trata de questões sanitárias causadas por vírus. É fundamental enfrentar os desafios com objetividade e rapidez.

Na vida de forma geral, quando surge um problema que não é sanável por si, o ser humano inteligente procura enfrentar com celeridade a questão e busca soluções que resolvam a dificuldade. Porém, quando as oportunidades não são aproveitadas, o problema se agrava, podendo levar a insanáveis soluções, que antes eram mais simples.

Escrevo tudo isso, porque a melhoria das condições da população brasileira e mundial, passam pelo enfrentamento inteligente e científico por parte das autoridades, permitindo a retomada da normalidade da vida, a recuperação econômica das atividades produtivas e evitando mortes, absolutamente contornáveis.

Vacinar para que possamos todos nós, voltar a estudar e trabalhar com normalidade, e usufruir de lazer, inclusive esportivo. O ser humano é sociável por natureza. Ficar confinado é por demais doloroso.
Colunista
Roberto Kawasaki
*Roberto Kawasaki é economista pela FEAUSP, Professor dos cursos de Administração, Sistemas de Informação, Arquitetura e Urbanismo, Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Engenharia de Produção da FACCAT e articulista da Folha do Povo e do TupaCity.com
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