30 de Setembro de 2022
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Teste para detectar o vírus influenza pode ser feito no laboratóro São Paulo Análises Clínicas

Com o surto de casos de gripe na cidade de Tupã, quem desconfiar que esteja com o vírus influenza pode recorrer a testes para tirar a dúvida

Com o surto de casos de gripe na cidade de Tupã, quem desconfiar que esteja com o vírus influenza pode recorrer a testes para tirar a dúvida. O exame é oferecido no laboratório São Paulo Análises Clínicas de Tupã.

O procedimento, na verdade, é chamado de 3 em 1, uma vez que detecta a presença de influenza A, B (incluindo o novo subtipo H3N2) ou Covid-19. De acordo com a biomédica do Laboratório, Thais Sanches, não é necessário encaminhamento médico para se submeter ao exame.

Atualmente, são conhecidos três tipos de vírus influenza: A, B e C. Os dois primeiros são mais propícios a provocar epidemias sazonais em diversas localidades do mundo, enquanto o último costuma provocar alguns casos mais leves.

O tipo A da influenza é classificado em subtipos, como o A (H1N1) e o A (H3N2). Já o tipo B é dividido em duas linhagens: Victoria e Yamagata. Embora possuam diferenças genéticas, todos os tipos podem provocar sintomas parecidos, como febre alta, tosse, garganta inflamada, dores de cabeça, no corpo e nas articulações, calafrios e fadiga.

H3N2

O vírus H3N2 é uma variante do vírus Influenza A, que é um dos principais responsáveis pela gripe comum e pelos resfriados, sendo facilmente transmitido entre pessoas por meio de gotículas liberadas no ar quando a pessoa gripada tosse ou espirra.

Os sintomas são febre alta no início do contágio, inflamação na garganta, calafrios, perda de apetite, irritação nos olhos, vômito, dores articulares, tosse, mal-estar e diarreia, principalmente em crianças.

Pelo fato de o influenza ser um vírus respiratório, assim como o que causa a Covid-19, a prevenção contra ele ocorre da mesma forma, ou seja, com distanciamento físico entre as pessoas, uso de máscara e higiene das mãos.

O período de incubação do vírus H3N2 é de três a cinco dias, quando começa a manifestação dos sintomas. Porém, também é possível que uma pessoa tenha a doença de uma forma assintomática, sem apresentar nenhuma reação.

Durante o período de incubação ou em casos de infecções assintomáticas, o paciente também pode transmitir a doença. O período de transmissão do vírus em crianças é de até 14 dias, enquanto nos adultos é de até sete dias.

A doença pode começar a ser transmitida até um dia antes do início do surgimento dos sintomas. O período de maior risco de contágio é quando há sintomas, sobretudo febre.
Redação TupãCity/Especial Publicitário/Com informações Ministério da Saúde
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