25 de Setembro de 2022
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Rede Municipal ainda não tem data definitiva para retorno das aulas presenciais

"A previsão continua para o dia 2 de agosto, mas isso vai depender do cenário e da evolução da vacinação", explica o secretário de Educação, Valdir Berti.

Apesar do adiantamento no calendário de vacinação no Estado de São Paulo, a rede municipal de ensino ainda não tem uma data, em definitivo, para retomar as aulas presenciais.

O secretário municipal de Educação, Valdir Berti, explicou que ontem houve reunião na secretaria para também discutir sobre o assunto."A previsão continua para o dia 2 de agosto, mas isso vai depender do cenário e da evolução da vacinação", disse o secretário, ao destacar que, apesar do avanço no calendário de vacinação, o retorno presencial dependerá, ainda, de uma série de fatores que precisarão de melhor análise.



Vale lembrar que o governo estadual ainda não divulgou um período de vacinação para o público menor de 18 anos. A vacinação para jovens de 18 a 24 anos está prevista para os dias 1 a 15 de setembro.

Estrutura

O secretário explicou que 34% dos professores da rede municipal de ensino estão vacinados com a primeira dose do imunizante. Mesmo que o calendário de vacinação sofra eventuais atrasos, a rede municipal tem obtido bons resultados na participação dos alunos nas aulas online.

Berti explicou que na rede municipal, as aulas remotas possuem 92% de participação dos alunos. "Esse é um resultado excelente que conseguimos alcançar, também, com a mudança da plataforma que ocorre com as aulas instantâneas", disse.

Para atender aos alunos que acompanham as aulas de forma remota, o secretário disse que a prefeitura mantém a entrega de cestas básicas, atendendo cerca de 1.030 famílias por mês. "Já fizemos a entrega do mês de junho e a do mês de julho já está na previsão de entrega", afirmou.

Merendas

O secretário explicou que o convênio com o governo do Estado foi retomado e as escolas estaduais estão realizando a entrega das merendas que são produzidas pela Cozinha Piloto de Tupã.

Berti destacou que alguns alunos não estavam confortáveis se alimentando na própria escola. "Conseguimos no jurídico a liberação para que os alunos pudessem levar as merendas, em marmitas, para se alimentar em casa", afirmou.

Vale lembrar que, além da possível exposição ao vírus nas escolas, os alunos que pertencem a lares mais carentes podem repartir essa alimentação com seus familiares, caso estejam enfrentando dificuldades financeiras para adquirir alimentos.
Diário Tupã
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