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A Subsecretaria de Endemias de Tupã realizou 68.323 visitas no primeiro semestre deste ano em ações de combate e prevenção às arboviroses. O balanço, apresentado nesta quarta-feira (1º), reúne dados sobre vistorias domiciliares, controle de criadouros, nebulização, monitoramento com armadilhas e acompanhamento epidemiológico no município.

Entre janeiro e junho, 3.600 imóveis passaram por Avaliação de Densidade Larvária. Os índices registrados foram de 4,3 em janeiro e 4,1 em maio, segundo o levantamento. Também foram realizadas 9.404 visitas para controle de criadouros, 3.245 nebulizações em imóveis e 51.442 visitas domiciliares.

O relatório também aponta positividade de 22,12% nos pontos estratégicos e de 24,15% nos imóveis especiais, locais que exigem acompanhamento mais frequente por apresentarem maior risco para proliferação do mosquito transmissor.

Durante as ações em campo, as equipes identificaram 2.440 recipientes com larvas e eliminaram 5.063 recipientes que poderiam servir como criadouros.

Outro dado destacado pela Subsecretaria é o trabalho com ovitrampas, armadilhas usadas para monitorar a presença do mosquito. No primeiro semestre, foram realizados 30 ciclos, com instalação e coleta de 2.400 armadilhas. A ação resultou na eliminação de 108.729 ovos.

No mesmo período, Tupã registrou 33 casos confirmados de dengue e 5 casos de chikungunya. O acumulado de chuva entre 1º de janeiro e 30 de junho chegou a 851,07 milímetros, condição que favorece o acúmulo de água parada e a proliferação do mosquito.

Segundo o subsecretário de Endemias, Marco Antônio de Barros, o controle das arboviroses depende da atuação das equipes e da colaboração dos moradores.

“O controle das arboviroses depende de um trabalho constante e integrado. Nossas equipes têm atuado diariamente em visitas, orientações e ações de eliminação de criadouros, mas é fundamental que cada morador também faça a sua parte, evitando água parada e mantendo os cuidados dentro de casa. Esse esforço conjunto é decisivo para reduzir os riscos e proteger a saúde da população”, afirmou.

*Estagiária Kamily Canola sob supervisão da jornalista Bruna de Pieri

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