Para pais e mães de crianças atípicas, a rotina é marcada pela busca constante por diagnósticos ágeis, mediadores escolares e tratamentos adequados. A garantia desses direitos fundamentais ganha força quando o ambiente escolar e a rede de saúde pública trabalham de forma conectada.
Na educação, a deputada federal Tabata Amaral atua para fortalecer o acolhimento nas salas de aula. Relatora das diretrizes de saúde mental na escola, a parlamentar defende o Atendimento Educacional Especializado (AEE), a presença de mediadores para alunos no espectro autista (TEA) e a prevenção da evasão escolar.
Na saúde, o deputado estadual Caio França garante suporte terapêutico em São Paulo. Autor da Lei da Cannabis Medicinal (Lei nº 17.618/2023), ele viabilizou o acesso gratuito pelo SUS a tratamentos essenciais no controle de crises e transtornos comportamentais, além de defender o direito a animais de suporte emocional.
Essa rede de amparo chega diretamente ao interior paulista. Com ligação direta com a cidade de Tupã, ambos os deputados já destinaram emendas parlamentares ao município, mantendo um olhar atento e compromisso contínuo com as demandas das famílias e crianças atípicas locais.
Unir forças entre as esferas municipal, estadual e federal é o caminho decisivo para transformar a realidade das famílias atípicas. Mais do que garantir estrutura e atendimento no presente, investir na integração entre educação e saúde é preparar as crianças neurodivergentes para um futuro de autonomia, inclusão e oportunidades reais de desenvolvimento.
*Estagiária Kamily Canola sob supervisão da jornalista Bruna de Pieri
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